Penso que já deves ter pesquisado o teu nome no Google, num acto de completo narcisimo digital, com o único intuito de saber se já és alguém no universo digital. Também podes ter feito esta pesquisa com o intuito de ver se a tua(teu) ex sempre fez o que prometeu, ou seja, de dar a conhecer ao mundo a tua faceta de actor (actriz) de filmes mais manhosos que a privatização do BPN. Não desesperes. Não é disso que estou falar. Podes também estar descansado que tudo tem um lado positivo. Já estás nomeado para o AVN deste ano e penso que ganharás alguma coisa, nem que seja por pena e piedade. Adiante.
A google generation de que falo insere-se noutro contexto. Neste caso diz respeito à geração cujas actividades recorrem ao google de uma forma sistemática. Como este blog faz parte de uma comunidade com interesses na área da investigação, sugiro que leias o artigo “Information behaviour of the researcher of the future” com o objectivo de perceberes até que ponto já fazes parte desta geração. Se a resposta for positiva poderás dar-te por satisfeito(a) pelo facto de já pertenceres a algo mais que ao teu grupo de fanáticos que pensam que a Lucy é um Pokemon. Acredita em mim, aquilo é silicone e nunca irá evoluir para uma réplica portuguesa da Lolo Ferrari…
Clica ali para leres o artigo >> ”Information behaviour of the researcher of the future”